Austrália e Japão assinam acordos em segurança energética
A primeira-ministra japonesa classificou as conversações como "altamente produtivas". O homólogo australiano frisa que procuram promover um Indo-Pacífico "livre, aberto e estável".
A primeira-ministra japonesa classificou as conversações como "altamente produtivas". O homólogo australiano frisa que procuram promover um Indo-Pacífico "livre, aberto e estável".

Por razões históricas, de segurança ou outras, a primeira-ministra do Japão quer enfileirar o país para o rearmamento e para os jogos de guerra. Tem em vista Taiwan, ou mais propriamente a China, num oceano que está cada vez mais perigoso. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

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Para a Coreia do Norte, a oposição japonesa ao seu programa nuclear é "uma grave provocação que viola os direitos soberanos, os interesses de segurança e os direitos ao desenvolvimento".